Jorge Figueira


Nota biográfica

Arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, em 1992, e doutorado pela Universidade de Coimbra, especialidade Teoria e História, em 2009. É professor associado e foi diretor do Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, entre 2010 e 2017. É investigador do Centro de Estudos Sociai e foi vice-presidente do Conselho Científico entre 2019-2022. Professor convidado do Programa de Doutoramento em Arquitetura da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto. Pesquisador visitante da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2018) e professor convidado da Escola da Cidade, São Paulo (2020, 2018, 2016, 2012). Membro externo do Conselho Geral do ISCTE-IUL enre 2017 e 2021. Autor de livros, entre os quais, "Escola do Porto: Um Mapa Crítico", Coimbra, eIdIarq, 2002, "A Noite em Arquitectura", Relógio d'Água, 2007; "O Arquitecto Azul", Imprensa da UC, 2010; "Reescrever o Pós-Moderno", Dafne, 2011; "A periferia perfeita. Pós-modernidade na arquitectura portuguesa. Anos 1960-1980, Caleidoscópio, 2014; "Arquitectanic. Os dias da troika", Note, 2016. Editou "Álvaro Siza. Modern Redux" (Hatje Cantz, Berlin, 2008) e tem artigos publicados em várias revistas internacionais, entre as quais: Journal of Architecture, Architectural Histories, Architecture Beyond Europe Journal, AV Monografias, Arqtexto, aU, Arquitectura Viva, Domus, Casabella, A+U, SAJ Serbian Architectural Journal, Docomomo Journal. Curador de exposições, entre as quais, "what? When? Why not? portuguese architecture", Casa da Arquitectura, Matosinhos (2021/2022), "Físicas do Património Português. Arquitetura e Memória", Museu de Arte Popular (2018/2019), "Oscilações. Eduardo Souto de Moura", Camões-Centro Cultural Português em Maputo e Beira, Moçambique (2016); "Álvaro Siza. Modern Redux", Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2008); co-curador de "Europa, arquitectura portuguesa em emissão", Núcleo de Portugal da Trienal de Arquitectura de Lisboa 2007, e representação portuguesa na 7ª Bienal de Arquitectura de S. Paulo, 2007. Tem apresentado a sua investigação em universidades e instituições de vários países, incluindo na Society of Architectural Historians Annual International Conference (Pasadena, 2016; Glasgow 2017); e na European Architectural History Network Meeting. Dublin (2016). Foi director local da Biennial Conference of the International Association for the Study of Traditional Environments, IASTE, "The Politics of Tradition" (Coimbra, 2018), É membro da comissão executiva da Red PHI Património histórico+cultural Iberoamericano e expert do "European Union Prize for Contemporary Architecture - Mies van der Rohe Award". Crítico do jornal Público, na área de arquitetura. Foi investigador responsável do projecto (EU)ROPA - rise of portuguese architecture, financiado pela FCT. Responsável pelo pelouro da cultura, Conselho Directivo Nacional, Ordem dos Arquitectos.


Últimas Publicações

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Figueira, Jorge (2025), LBA: Caressing Entropy, Macau, 1999-2049, in Rui Leão e F. Carlotta Bruni (org.), Layering the City: Infrastructure and Public Space in Macau. Macau: LBA Macau / Actar Publishers, 24-32

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Figueira, Jorge; Neiva, Ana (2025), O que faz falta, in Casa da Arquitectura (org.), O que faz falta. 50 anos de arquitetura portuguesa em democracia. Matosinhos: Casa da Arquitectura, 10-17

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Figueira, Jorge (orgs.) (2025), O que faz falta. 50 anos de arquitetura portuguesa em democracia. Figueira, Jorge e Ana Neiva (org.),. Matosinhos: Casa da Arquitectura