Roberta Scatolini


Nota biográfica

Doutoranda em Estudos Feministas no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES/FLUC/UC), com o projeto de tese "Educação Popular e corporeidade: diálogos possíveis para uma práxis de educação feminista", financiado pela FCT. É mestre em Educação: Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com a dissertação Um estudo da Corporeidade com Educadores: uma experiência com o Teatro do Oprimido (2012); licenciada em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo (1996), e atriz pelo Célia Helena Centro de Artes e Educação, de São Paulo (1997). Formada em Psicodrama Clínico pela Escola Paulista de Psicodrama (2006) e especialista em Estudos Feministas pelo Centro de Estudos Sociais (CES) e Faculdade de Letras (FLUC) da Universidade de Coimbra (2019). Atuou como coordenadora pedagógica em diversos projetos nas áreas de educação, cultura, arte e Direitos Humanos no Instituto Paulo Freire/SP (2006-2015), com destaque para os Pontos de Cultura, Programa Cultura Viva da gestão do ministro Gilberto Gil. Além disso, integrou os projetos do Núcleo de Trabalhos Comunitários, programa de extensão da Faculdade de Educação da PUC/SP (1997-2006), com ênfase na formação continuada de professores e educadores da educação formal e não formal de todo o território brasileiro. Atuou como supervisora de Estudos e Pesquisa no Centro de Formação em Segurança Urbana do município de São Paulo (2002-2005) e trabalhou no Serviço Social do Comércio de São Paulo (Sesc/SP), na área de programação e curadoria em Educação, Teatro e Literatura. Em Portugal, tem realizado workshops de Teatro das Oprimidas com jovens estudantes de escolas públicas, no contexto do Programa CES Vai à Escola, com grupos de mulheres organizados pela UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta e nas seguintes formações internacionais oferecidas pelo CES/UC: Summer School "O Pluriverso da Justiça Eco-Social" (2022) e Un-schooling the summer: Walking the line of environmental injustice in Alentejo (2023). Como psicóloga, realiza atendimentos online no Brasil (CRP 50418-6) e presenciais em Coimbra, Portugal (OPP 30370). Atualmente, integra o projeto "Ouvir a voz do Barroso", proposto pelo coletivo Unidos em Defesa de Covas do Barroso e financiado pelo Netherlands Helsinki Committee, desenvolvendo oficinas de Teatro do Oprimido com moradores das aldeias da região.